Um tapete pende numa porta em Icherisheher, seus nós vermelhos e azuis vivos contra a pedra clara, e as lojinhas ao redor completam a vitrine com cerâmicas e tecidos. Na orla, o Museu Nacional do Tapete do Azerbaijão leva o ofício ao pé da letra, num prédio desenhado para parecer um tapete enrolado.
Para além das muralhas antigas, a Rua Nizami se enche de compradores e o Baku Boulevard acompanha o Cáspio num longo passeio à beira da água. Os verões são quentes e secos, os invernos são frios e o vento sopra em todas as estações. Um Local Friend traduz o cardápio da casa de chá, acha o atalho pelas vielas e percebe quando a noite pede música em vez de museus.

